Dia 22 de Março de 2011
Antonin Dvorák compôs sua Sinfonia nº 9, também chamada do Novo Mundo, em 1893, durante sua estância nos Estados Unidos. Assim a obra toma emprestados rasgos e melodías do folclore americano como os espirituais negros e dos indios norteamericanos, aunque en ella también se refleja la música popular de su país, Checoslovaquia, una música que mamó desde niño y que estuvo siempre en la raíz de todas sus composiciones. Al mismo tiempo, la obra se inspira en el poema épico El canto de Hiawatha, del poeta norteamericano del siglo XIX Henry Wadsworth Longfellow. La sinfonía, junto con “Cuarteto en fa mayor” (Cuarteto americano), también de 1893, es la pieza más famosa de Dvorák.
Concerto para piano nº2
Além de ser a obra mais célebre de Serguei Rachmaninov, o Concerto para piano nº2 constitui uma obra chave na carreira do músico russo, pois significou seu regresso à composição após três anos de estiagem criativa, a qual lhe conduziu o fracasso de sua Primeira Sinfonía, em 1897. E foi uma volta triunfal: depois de diversas consultas (desde León Tolstoi até um especialista em hipnose), em dezembro de 1900 o músico estreou o segundo e terceiro movimentos com tanto êxito que decidiu escrever um primeiro. Ao 9 de novembro do ano siguinte apresentou o concerto completo.
Concebido no alvorecer do século XX, o Concerto para piano nº 2 reflete bem o espirito emotivo, melancólico e apaixonado de quem está considerado o último compositor romántico, herdeiro de Liszt e Tchaikovsky. Nesta peça, a impetuosidade juvenil das primeiras obras de Rachmaninov dá passo melodías líricas e intensas. O concerto, além disso, pelo emprego dos sinos, a inspiração nos cantos ortodoxos russos, nos recorda que Rachmaninov é russo até a medula.
Sem embargo, não toda a popularidade do Concerto se deve a Rachmaninov. Parte da culpa é do cinema e de alguns directores que decidiram incluir-la nos seus filmes “Breve encontro”, de David Lean, e, sobre tudo, “A tentação vive acima”, de Billy Wilder.

